Mas o limiar que existia entre o biológico e o artístico,
Some nas portas e paredes do banheiro masculino,
No manifesto da fissura enrustida pela forma do cilindro,
E a sabedoria professada em versos breves e apressados,
Escritos na surdina umidecida do cubículo apertado,
Afirma que todo infeliz que pisar neste chão mijado,
Tem um gosto duvidoso ou então é filho bastardo.
E quando o pobre do usuário do recinto mal lavado,
Procurar desesperado o que em tal hora é necessário,
Descobrirá ele que às vezes este trono é um calvário,
Pois de tudo que se pode encontrar no sanitário,
De convites ordinários a desenhos obcenos,
Sabe que não haverá de encontrar papel higiênico.
5 comentários:
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA,
esse foi ainda melhor que o outro!
Rsrsrsrsrsrsrsrsrsrsr!Andou em apuros filhão?!.
Você é o máximo para a coruja aqui!
Beijão
Gênio do meu corê! :*
Pois é a inspiração está em todo lugar, já o papel não está nem onde deveria...
Massa
Escreve isso na parede de algum banheiro masculino!
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